Mostrar mensagens com a etiqueta presidenciais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta presidenciais. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 23 de abril de 2008

E 10% para a senhora branca ali do fundo

Nada de novo. Como era de esperar o estado da Pensilvânia fez jus à sua fama pró-Hillary que é como quem diz, os trabalhadores rurais que não são republicanos. E poderíamos dizer o mesmo de Obama, que mais uma vez a comunidade afro-americana esteve com ele. Mas quem ainda pensa desta forma está longe de conhecer o verdadeiro movimento por detrás deste senador.

Como lia ontem no destaque do Público, as diferenças entre Obama e Hillary "não são pequenas são mínimas". Mas é na minúscula diferença entre candidatos e percentagens eleitorais que grandes alterações politicas daí poderão advir.

Com a margem exacta de 10% de Hillary sobre Obama, o espectáculo segue, mais uma vez, dentro de momentos.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Hillary por um lado Obama pelo outro

No intervalo desta manhã de "introduções ao direito" fiz-me ao suplemento do Público: Os jornalistas gostam mais de Obama. Uma entrevista a Michael Schudson professor de Comunicação na Universidade de Columbia onde podemos ler o retrato da luta pelas presidenciais nos EUA sob a óptica da comunicação social. Entre queixumes de Hilary Clinton pela atenção dada a Obama, é explicado a vantagem do outsider que é Barack Obama. Uma cara jovem e descontraída (além de negra) com um passado por descobrir. Não imagino melhor engodo para os media. Fica claro nas palavras de Schundson que as "capacidades" de Obama "como candidato" são a razão do foco mediático, e que Hillary por muito que chore de forma "genuína" precisa de mais para vencer os rankings de antena.

No ultimo debate entre os dois democratas, parece ter sido claro para Tim Reid jornalista do Times, o impulso abonatório dado pelo mediador a Hillary Clinton. O debate resumiu-se a "querelas bairristas" entre os dois candidatos, num debate que mais parecia ter sido dirigido por qualquer membro da Tertúlia Cor de Rosa. Vamos discutir o uso ou não de um pin numa lapela?! Se isto não fossem uma corrida à Casa Branca todos nos riríamos da parvoíce que estava a dar no canal da MSNBC, e faríamos o devido zapping. No blog das presidências do Times é possível ver os argumentos defendidos para subitamente transformar um debate politico numa discussão do tipo "o meu é maior que o teu".

Na continuação da leitura da entrevista feita pelo Público, fica a sensação de existir uma diferença abismal do eleitorado Norte-Americano e do eleitorado, por exemplo, português. Com todos os defeitos que a nossa democracia possa ter, os EUA são o cúmulo. As eleições são como ir ao futebol (americano) a cada jogada há uma paragem, a cada 4 jogadas muda o sentido do jogo e ganha quem conseguir meter um jogador vivo na área de touchdown. No final do jogo vamos todos para casa e é esperar pelo próximo.

Puro entretenimento sufragista...

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Irão para lá?

Bush veio ontem a publico afirmar perante a situação iraniana que a “America will act to protect our interests and our troops”. Entre linhas parece cada vez mais claro a disposição para uma intervenção mais "musculada" no Irão. Nada que não fosse já esperado. Depois de Mahmoud Ahmadinejad anunciar em plenos pulmões um "national day of nuclear technology".

É a festa nuclear!

Gostava de saber como vai agora McCain agir. Se por um lado defende o prolongar da estadia pensão completa das tropas americanas em solo iraquiano, como irá ser com a grande ameaça que parece ser o Irão. Como gerir a ânsia dos americanos, cada vez mais fartos de pagar a inflação militar, e o não abandono da posição ofensiva contra terrorismos&Cia?

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Mc



A espalhar todo o seu charme républicano McCain admite orgulhosamente: "Na verdade, os meus quatro anos na Academia Naval não foram notáveis por virtudes exemplares ou feitos académicos, mas sim por uma impressionante lista de deméritos que eu consegui acumular". Confirma-se assim que existe uma séria tendência republicana para a parvoeira declarativa.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Mais do mesmo no Zimbawe


Tudo parece caminhar para uma vitória de Mugabe, mas...


Se Simba Makoni por um mero acaso ganhar as eleições não sei o poderá mudar no Zimbawe. Um país em pleno colapso económico e humanitário com uma inflação brutal de 100%, têm nestas eleições uma opção entre o péssimo e o péssimo camuflado de amarelo. Espero ver um esboço de democracia durante a votação e não só, evitando assim o plesbicito já anunciado.


Nisto tudo o povo do Zimbawe está de parabéns, existe vontade de mudança e esperança no futuro. Uma lição a muitos povos livres e amorfos.

sábado, 29 de março de 2008

Memorias

Para quem ainda não viu.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

De crocodilo a felino

O desespero apodera-se de Clinton, se no ultimo frente a frente com Obama tudo levava a crer que o apelo à lágrima Americana seria a táctica a seguir, Mrs Clinton entra naquela altura do mês complicada para qualquer candidata. Isto para não falar nos "must haves" que são o Texas e Ohio, parece dado o alerta máximo na sua campanha.

E quem nem parece precisar de campanha é Obama, não dando crédito às criticas feitas devido à aparente falta de conteúdo objectivo no seu discurso acresce agora contra si a acusação de falta de experiência. Clinton diz, “We’ve seen the tragic result of having a president who had neither the experience nor the wisdom to manage our foreign policy and safeguard our national security,” in NYT, mas já agora, afinal Hillary têm experiência em gerir conflitos militares ou questões de segurança nacional? E a sombra de Mr. Clinton paira mais uma vez...

Esperemos pelos próximos passos na campanha dos Democratas, e já agora, mostrar Obama com um turbante e tentar com isso ganhar eleitores é no mínimo ganhar no Texas e perder em dignidade. Qual o mais importante (?). De qualquer maneira a ideia nem foi a candidata, talvez um acessor de um acessor...