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terça-feira, 13 de maio de 2008

Ninguém convida Manuela Ferreira Leite para jantar

Uma das grandes (des)vantagens destes espaços afónicos que são os blogues é claramente ninguém ter de levar a voz irritante e patética dos escritores. Eu podia neste momento fazer um dueto com qualquer banda de Dark Metal mais estridente que faria um sucesso. Tirando isto, está de volta o espaço Porreiro.

Manuela Ferreira Leite = Carvalho Alentejano ?

Não tentem telefonar a esta senhora a meio da tarde ou arriscam-se a levar com o telefone na cara! PAAM!! (como diría Nuno Markl) Neste acontecimento só me faz lembrar uma tia minha, seca como a cortiça de um carvalho em pleno Alentejo, toda a gente na família a evita, mas temos obrigatoriamente de levar com a sua má disposição em todos os jantares familiares. Eu cá prefiro dormir na rua que em casa dela. Alguma coisa isto deve significar.

Por favor leiam o Expresso e procurem as declarações de um militante social-democrata, "a Manuela Ferreira Leite é um Sócrates de saias" e acrescenta de forma brilhante "só que o Sócrates é mais bonito". Puro insulto ordinário-inteligente.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Manuela vai em frente

A liderança do partido até podem ser favas contadas. Agora, uma ex-ministra das finanças a concorrer a primeiro ministro. Nem mesmo contra Sócrates...

domingo, 20 de abril de 2008

Um monarca para cada português

A Republica é mesmo uma chatice.

É com um autêntico manifesto de baboseiras que Dom Vasco Teles da Gama explode no seu mais primitivo instinto monárquico.

Culpa tudo o que é Governo por subidas do petróleo, subida do preço dos cereais e alimentos, custo de vida e excesso de divida à banca. Isto como se Portugal fosse uma ilha económica e politica, alheia a qualquer influência externa. Reconhece na Espanha o seu "sonho de menino", afinal eles é que sabem enganar a UE não cumprindo cotas. Talvez não saiba que as cotas são uma forma de regular preços e evitar a extinção da agricultura na Europa, e claro acabar com parte do sector primário. Talvez seja fisiocrata (!).

Uma das formas para estimular o crescimento do PIB e equilibrar o orçamento é o investimento. Salvaguardando as mais variadas concepções que é possível considerar, é fácil entender que para estimular o investimento e (obviamente) o crescimento têm de se evitar a diminuição do aforro. Cortar no investimento de forma categórica, é passar a mensagem de estagnação e do atraso que daí advêm. Deve-se procurar um equilíbrio corrente, sem esquecer nunca a óbvia divida pública.

Como seria de esperar a Igreja é actualmente um mártir à mercê da Republicá profana. Eu pessoalmente dispenso a infinita bondade de Deus. Aqui talvez o Estado Novo deixasse Dom Vasco mais descansado, sempre teria o lugar no céu.

"Quanto aos novos ricos, que há cerca de meio século que não eram tão poucos, nada têm já que ver com os Mellos, Queiroz Pereira ou Champalimauds, outrora tão vilipendiados."

Sinto aqui uma certa tristeza. Já não há novos ricos, afinal o que vai ser deste país sem a elite bancária que tanta falta faz para contraria a "proletarização da classe média" e que "talvez por seguirem ou ao menos respeitarem a doutrina social da Igreja, reinvestiam a maior parte dos lucros obtidos pelo seu capital na criação de novas empresas, gerando milhares de postos de trabalho e contribuindo para o progresso do País". Esta afirmação só demonstra a desenvolvida racionalidade do senhor Dom Vasco. Que para rematar lamenta o voto democrático, e como esse voto ignora a vontade do povo. (risos)

É caso para dizer: Aí que saudades do lápis azul.

domingo, 6 de abril de 2008

Por um Zimbabwe mais inflacionado Bôta "Mugábi"




Vamos recontar votos até que Mugabe ganhe.


Até podia contribuir para a economia do Zimbabwe, baixando a taxa de desemprego para 79%. Aproveitando esta minha epifânia de ideias ridiculamente geniais já púnhamos os nossos recém licenciados a distribuir publicidade e a repor stocks no pingo doce.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Está défice

Controladissimo. Tranquilissimo. E já agora, vamos baixar! Mas não muito. Vá. 1%.

É bom saber que a "fisga" está pronta a ganhar mais 1cm(%),digo eu, que até aprecio uma bela tanga. A verdade é que desde o inicio, sempre incomodou mais como um fio dental. Pode advir disto um estimulo para a economia. Platónico entenda-se. Não seria mais eficaz "trabalhar" o IRC para efeitos mais estimulantes?

Uma coisa quero deixar claro, não critico esta atençãozinha feita pelo Governo nesta altura nem atribuo esta boa vontade à aproximação das eleições. Ainda que seja normal associar, não penso que seja o mais importante neste momento. Considero precipitada a decisão, devia ter sido aproveitado o anuncio dos 2,6 % para uma discussão optimista e motivadora no seio da comunidade. Assim perde-se um pouco o efeito motivador da medida e dá-se espaço a criticas da oposição, para os comunistas já deviam ter sido tomadas medidas deste género desde o inicio do ano fiscal.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Deputado de bancada

Se a ministra foi ao parlamento para não responder às perguntas feitas pela oposição então muito ingenuamente não percebo qual é o propósito da visita que se entende agora como meramente figurativa.

Também se verificou a habitual lengalenga por parte dos comunistas, "Não ouvir o protesto e a contestação não é sinal de força, é sinal de arrogância e de falta de disponibilidade para o diálogo democrático. E há que reconhecer que também neste aspecto a ministra da Educação é uma boa aluna do primeiro-ministro, José Sócrates, na política do quero, posso e mando"

No risco de repetir o que todos nós pensamos pergunto-me se existe algum pingo de legitimidade na afirmação do líder de bancada do PC. Aproveito também para deixar aqui um pensamento que se tem tornado recorrente para mim, deve um governo ceder de forma peremptória ao apelo de uma classe sob a qual se fazem acertos (reformas) institucionais, será possível governar um país escutando constantemente uma oposição falhada (PSD)?

Muitos dirão que em democracia apenas a imposição da maioria importa. E é verdade, academicamente. É fácil perceber que sem preserverança nada é construído contudo falta a este governo transparência no diálogo assim como uma demonstração de sensibilidade social.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Sinais

Será a altura de virar as costas à tenacidade governativa? Se para um partido no poder admitir que juntar 7 mil pessoas é “uma fasquia difícil”, então algo urge de mudança. Como sinal de desconfiança, não sei se no Instituto Metereologico ou nas "massas" também este comício será num recinto fechado e não na praça D. João I, de maneira a "proteger" o lider rosa.

O JN afirma que o comício não terá animação. Pudera, depois de algumas manifestações expressivas de descontentamento quanto às politicas do Governo só faltava mais musica. Pode ser que Sócrates faça stand-up...




Video com 7 minutos, de puro Bushismo.