Mostrar mensagens com a etiqueta ministro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ministro. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Manuela vai em frente

A liderança do partido até podem ser favas contadas. Agora, uma ex-ministra das finanças a concorrer a primeiro ministro. Nem mesmo contra Sócrates...

sábado, 5 de abril de 2008

Carapetas social democratas

Na hora da despedida de mais 2 grandes empregadoras em Portugal é preciso primeiro que tudo encontrar soluções para estas famílias. É inútil disparar em direcção ao Governo. Acredito que neste momento são necessárias soluções, cabe à oposição reagir. Apontar dedos e declarar falências é tão útil como levar o dedo ao nariz numa sessão parlamentar. O dr. Menezes não tivesse ele um "saco de pancada" em seu lugar no parlamento poderia ser assim descrito.

Verdade que a politica de incentivos não têm mostrado os frutos esperados, mas nem o Governo controla o mercado. Ou o PSD defende um maior proteccionismo, de pendor nacionalizante já agora, face ao mercado?

“Quem negociou incentivos fiscais para as empresas se instalarem foi o Governo, cabe ao Governo antecipar as empresas em que se perspectiva uma deslocalização e negociar com elas”

Vamos ver como tudo vai desenrolar no conjunto de obras publicas e contratos laborais.
Acho é que estamos com super avit de peritos a precisar de rinoplastias...

sexta-feira, 28 de março de 2008

Este caminho não

Ainda sobre as escolas, escreve a deputada Ana Gomes no Causa Nossa:

"Como é óbvio essas crianças e jovens perturbadas não podem ser privadas da escolaridade. Precisam até de acompanhamento especial, em escola ou instituição adequadas. Não podem, de maneira nenhuma, é continuar nas escolas normais a desinquietar toda a gente e a agredir quem lhes resista. Caso contrário, a sensação de impunidade alastra, e não haverá meio nenhum de restaurar disciplina e segurança nas escolas."

Crianças e jovens perturbadas, gostava de saber se algum psiquiatra poderia tratar estas perturbações, como aquela em que uma miúda tenta de uma forma mimada recuperar o brinquedo chegando ao extremo da birrice.

Como já aqui defendi, as falhas apresentam-se de todas as partes, os professores por conformismo e em alguns casos, falta de presença; nos pais pela educação que não é transmitida e alheamento das suas responsabilidades; os alunos falta de regras resultado da falta de disciplina e carácter; o Ministério falha na leitura e reestruturação de muitos dos problemas e promove um estatuto pró-estatística que em nada resolve os problemas presentes.

Promover o facilitismo só serve para fomentar uma sociedade de incapazes. Mas não vamos pôr escolas em estado de sitio pelo que se passou. Penso até que eleitoralmente não era benéfico para o PS atirar mais uma "bomba" a uma ministra já tão fustigada por "fogo inimigo"

domingo, 9 de março de 2008

Em marcha

Referiu a ministra em declarações à TSF que «O mais importante que a manifestação revela é que há insatisfação por parte dos professores, o número é indiferente, pois mil já são muitos».


Fiquei sem perceber porque é que a cada manifestação existe sempre a discussão infantil em roda dos números (esta foi excepção), aparentemente o requisito mínimo instala-se nos 1000 participantes.

Também segundo a ministra da educação existe oportunismo sindical e aproveitamento politico. Afinal como é que se faz politica? Então e o sindicalismo serve para quê?

Para rematar ainda afirma que não se assusta com a primeira dificuldade. Pois tivesse sido esta a única e primeira dificuldade desde que tomou posse do cargo.