A isto é que eu chamo má gestão de politica Internacional. Então um pais proclama a sua independência, qual molusco no Oceano e ainda distingue as Baleias?
“If you look at quality, I think we are well on track. You have all the G7 countries, and even before Canada and Japan recognised [this week] we had 65 per cent of the world's GDP. In qualitative terms you have the most significant economic democracies of the world.”
À luz do Direito Internacional as opiniões parecem unânimes, esta independência vai contra as leis e costumes Internacionais. Mas como o DI vale o que vale com o apoio dos ditos "países de qualidade".
Não seria melhor as declarações convergirem numa de apelo aos países que ainda não reconheceram o Kosovo, veja-se a percentagem de países representados na ONU que ainda não o fizeram. Nem metade dos 192.
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quinta-feira, 20 de março de 2008
Arrogância Kosovar
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
UNMIK
"O que leva Lisboa a manter um silêncio sepulcral sobre o reconhecimento do Kosovo?" É a pergunta lançada por Teresa de Sousa no jornal o Publico. De uma forma muito directa e sem ter lido o seu artido na integra atrevo-me a responder. Que mais pode Portugal fazer naquilo que é o velório do próprio Kosovo?
E ao contrário do que possa parecer não é uma impulsão suicida, mas sim uma morte "medicamente" assitida. O Kosovo é aqui como defunto também a menor das premissas, daí talvez considerar como um suicidio com vontade imperfeita... ups, isto já é CRP a mais, o Direito Internacional é aqui chamado, ele e a sua manifesta credibilidade.
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